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Stefanie Egedy mora e trabalha em São Paulo.


Stefanie tem como campo de ação o território sonoro. Seu moto são os sons sub-graves e graves, cuja capacidade de se fazer presente no espaço e interagir com o meio é de seu maior interesse. Sitiada por esse cenário, opera na interação entre a linguagem sonora e musical na comunicação entre os seres. Em seus trabalhos, usa gravações de campo, sons eletrônicos e de materiais do cotidiano. Realiza o selo Coisa que Matam junto com Simon Fernandes, faz parte do artist run space DaHaus, atua como DJ, é residente na festa Obra, além de pesquisar as relações entre luz e som junto com Camille Laurent.



Já desenvolveu e apresentou projetos em diversas cidades do Brasil e exterior, incluindo Berlim, Lisboa e Buenos Aires. Seus trabalhos já foram apresentados em locais como o Museu de Arte Moderno de Buenos Aires,MIS - Museu da Imagem e do Som, Spektrum - Berlin, na festa Mamba Negra e no Festival Novas Frequências. Em 2017 participou da 13a Residência Artística da Red Bull Station - São Paulo. É graduada em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas e finalizará a sua graduação em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 2019. A sua pesquisa intitulada ‘A Experiência da Aceleração e o Tempo Desertificado’, orientada pelo Prof. Dr. Jonnefer Barbosa, foi premiada como um dos melhores trabalhos de iniciação científica de 2018.



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